Em 2002, morávamos em São Paulo, e começávamos a pensar em ter filhos. Sempre achamos que teríamos filho homem e, portanto, falávamos em vários nomes masculinos. A única vez que pensamos juntos em um nome feminino foi passando pela frente do Masp, na Avenida Paulista. Olhei para aquele prédio que sempre achei lindo e que adorava visitar desde a adolescência e disse:
– Lina é um bom nome.
Márcio concordou. Nunca mais falamos em nomes femininos. Até aquela ecografia pouco menos de 10 anos depois, em que a médica decretou: é uma menina.
(Post inspirado por esta matéria.)
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