Dúvida que assalta o ser: como as pessoas sobreviviam a gravidezes quando não dava para saber o sexo da criança (ou mesmo se era um, dois ou quatro) antes do nascimento propriamente dito? Estou cada dia mais impressionada com a ansiedade (alheia) a respeito do sexo do bebê. E acho curioso também como as pessoas ficam decepcionadas ao perceberem que eu realmente não estou preocupada com isso.
Talvez tenha a ver com a longa espera pela gravidez, pela possibilidade concreta de uma criança que vá trazer ao mundo um pouco de mim e do Márcio, tudo misturado. Não é lugar comum, não. Eu não me importo se for guri ou guria, só quero que seja saudável, tranquilo e alegre.
Mesmo assim, prometo que assim que souber o sexo conto para todo mundo. Quem sou eu pra deixar as criaturas estressadas?
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